FOTO: Filipe Carneiro
A juventude… Hoje em dia está muito em voga que a juventude se encontra não perdida, mas desorientada, fruto da mediatização de uma série que faz questão de se intitular “geração rebelde”.A mediatização, se por um lado traz relevo, por outro põe a nu a falta de investimento proactivo em detrimento do de combate…
Em termos de politicas de juventude, o marasmo mantém-se intocável, não se percepcionando uma luz ao fundo do túnel. Mas a esperança e a pertinência levam que por vezes existam uns raios de mudança.
Após pequena contextualização, eis-nos no Concelho de Paredes onde o município faz uma nova aposta na Juventude. Na nova distribuição de pelouros a Juventude assumiu um papel preponderante ao ser assumida pelo Executivo como uma bandeira, a separação da Juventude que qualquer outra área temática assim o aponta.
Agora… nem tudo são laranjas… Não nos podemos deixar cair em esquecimento que a politica de Juventude é e deverá ser sempre transversal. Encaixando aqui e ali, propondo programas, actividades, eventos em sintonia com outras áreas.
Por final, a questão da proactividade, enquanto dirigente associativo, nunca percebi o porquê das sucessivas não apostas na formação, na prevenção, apostando sempre no combate.
Ora vejamos, ao criarmos condições para os jovens estarem ocupados com actividades, desporto, cultura, educação, não combatemos a exclusão? Ou o melhor é deixar que eles se auto excluam por falta de actividade e depois lançamos uma politica de combate!?
Ficam estas duas questões em aberto…


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